13/03/2012

Animação feita com Google Street View.

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O Google Street View, além de gerar assuntos polêmicos como flagras de roubo e imagens comprometedoras, tem também inspirado muitos projetos de arte super bacanas.

 

Em Londres, o co-fundador e diretor criativo da produtora britânica The Theory, Tom Jenkins, usou a ferramenta para criar esse lindo vídeo em stop-motion, que  mostra um pequeno robô de brinquedo embarcando em uma aventura através do Google Street View, fugindo da solidão do escritório em que vive. Confira o resultado.

 

Fonte: 3M Inovação

 

Papo Criativo

“Conhecimento Democrático”

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13/03/2012

8 marcas que sua avó já usava.

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Algumas centenárias, outras muito perto disso. Como estas linhas se reinventaram para ultrapassar gerações.

 

Maizena

A marca Maizena começou a ser vendida no Brasil em 1874, importada da Corn Products Company (CPC), dos EUA. Aqui, é fabricada desde 1930, quando a Refinações de Milho Brasil, subsidiária da CPC, abre uma fábrica em São Paulo. O produto ficou conhecido principalmente entre as donas de casa e, em seu início, como produto para alimentação infantil. A partir de 1970, porém, as propagandas começam a divulgar receitas de pratos salgados, para dissolver essa crença e pulverizar o uso do amido.

 

Maizena esteve presente em ações de patrocínio desde 1950, quando deu nome ao programa “Sabatinas Maizena” na recém-inaugurada TV Tupi. Entre 1994 e 1995, patrocinou a Seleção Brasileira de Futebol Feminino.

 

Em 2000, a Unilever incorpora o grupo norte-americano Bestfoods, que na época controlava a Refinações de Milho Brasil. Com isso, Maizena passa a fazer parte do portfolio da companhia. Nessa época, a marca adota a segmentação, lançando produtos para atender também as mulheres sem tempo para cozinhar. Hoje, a linha Maizena compreende desde preparos para bolos e sobremesas até barras de cereal e produtos vitaminados para crianças.

 

Granado

Fundada em 1870 no Rio de Janeiro, a Granado foi uma das fornecedoras oficiais de produtos farmacêuticos para a Família Real no Brasil. Entre 1887 e 1940, a marca era divulgada por meio do almanaque “Pharol da Medicina”, editado por seu fundador, José Antônio Coxito – hoje, a farmácia é presidida por Christopher Freeman. Em 2004, já sob seu comando, a empresa incorporou a Phebo.

 

A partir de 2007, a Granado começou um reposicionamento de mercado pelo qual lançou novos produtos, mudou a identidade visual – desde o logotipo até as embalagens -, e criou kits e produtos mais sofisticados, de maior valor agregado, como esfoliantes e manteigas corporais. Foi nessa época que o antigo almanaque voltou a ser impresso, com o mesmo propósito inicial.

 

Como parte da expansão, a empresa fez parcerias com hotéis 5 estrelas – o que abriu as portas para um público de maior poder aquisitivo – e abriu lojas em bairros renomados de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

 

Em 2011, a Granado chegou a 11 lojas. Em dezembro, a companhia inaugurou sua terceira unidade em São Paulo, no Shopping Vila Olímpia. A botica fechou o ano com faturamento de R$ 200 milhões, um crescimento de 15% em relação a 2010.

 

Phebo

A Phebo foi fundada em 1930, no Belém do Pará. Seu primeiro produto – e um dos mais tradicionais – foi um sabonete oval e escuro. Em 1988 a marca foi vendida para a multinacional Procter&Gamble, e em dezembro de 1998 passou para as mãos da americana Sara Lee, voltando para solo brasileiro em 2004, quando foi adquirida pela Granado.

 

Além de ter sua fórmula reformulada, o sabonete teve embalagens remodeladas, ganhando ares mais sofisticados. Em 2010, por conta dos 80 anos da marca, uma nova reformulação na identidade visual acompanhou o lançamento da nova fragrância Raiz do Oriente.

 

Para acompanhar a renovação da layout da Phebo, a embalagem do sabonete líquido também sofreu alterações. Um molde em formato oval foi desenvolvido, seguindo assim a mesma linguagem do símbolo de Phebo, e a embalagem de PVC foi substituída pela de PET reciclado

 

Hoje, a marca possui também sais de banho, velas e difusores, perfumes, colônias, hidratante, óleo corporal, desodorantes e recentemente lançou um kit de sabonetes com fragrância do primeiro perfume da estilista Isabela Capeto. As linhas Phebo são vendidas nas lojas físicas e virtuais da Granado.

 

Minancora

Hoje com quase 100 anos, a pomada Minancora passou por apenas uma mudança, em 1992, quando a embalagem de metal foi substituída pela de plástico. A fórmula nunca foi alterada.

 

Registrada em 1915, o produto antisséptico levou esse nome por ser uma mescla dos termos “Minerva”, a deusa grega da sabedoria, e âncora, palavra que se referia à escolha do farmacêutico português Eduardo Augusto Gonçalves, o criador da fórmula da pomada, em permanecer morando em solo brasileiro.

 

A primeira sede da empresa foi construída em 1929, em Joinville (SC). Na década de 70, a companhia passou por um processo de profissionalização da administração, o que respingou também na diversificação da produção. Hoje, a linha Minancora possui creme desodorante para pés, antritranspirantes, esponjas para limpeza facial e pomada para uso infantil.

 

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12/03/2012

O que acontece em 1 dia na internet?

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Bom, pode ter certeza que acontece tanta coisa quanto qualquer ser humano normal consegue imaginar. Na verdade, nunca teremos uma noção real do que significa cada segundo que passa nesta imensa rede. Mas podemos tentar compreender um pouco melhor através de números.

 

 

Claro que este e tantos outros infográficos e vídeos que aparecem todos os dias não mostram o tamanho real da internet, apenas grandes números que nos faz sentir pequenos perto de tudo o que acontece.

 

Fonte: Midiatismo.

 

Papo Criativo

“Conhecimento Democrático”

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09/03/2012

Como saber se uma ideia é maluca ou genial?

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Deu na Fast Company: uma empresa japonesa está trabalhando na criação de um elevador espacial, capaz de levar passageiros até o espaço sideral, a uma velocidade de 200 km/h. De acordo com os executivos da Obayahi, o elevador, que utilizará energia magnética, deve ficar pronto até 2050. Maluquice ou inovação? Somente o tempo dirá.

 

A verdade é que o mundo empreendedor está repleto de ideias tão ou mais malucas do que essa. Só que, na maioria das vezes, estas ficam abandonadas em uma gaveta – quando poderiam se tranformar em produtos originais e lucrativos. A grande questão é: como saber se uma ideia é genial ou simplesmente maluca?

 

Segundo o consultor Kaihan Kripendorff, especialista em inovação e colunista da Fast Company, existe um método bastante eficaz para fazer a distinção. Com essa ferramenta, seria possível estabelecer quais ideias realmente valem a pena, antes de partir para pesquisas de mercado e criação de protótipos.

 

O primeiro passo é avaliar a ideia segundo dois critérios: impacto e viabilidade. Para medir o impacto, imagine que você tem na mão uma varinha mágica, capaz de concretizar qualquer ideia em questão de segundos. Então, reúna todas as ideias apresentadas por seus sócios e funcionários e responda às questões a seguir. Qual dessas ideias teria mais impacto sobre os lucros da empresa? Qual delas ajudaria o negócio a crescer? Usando esse critério, classifique as ideias em alto impacto, impacto médio e baixo impacto.

 

Depois, passe para a viabilidade. Avalie o grau de dificuldade de cada proposta. Quanto custa colocar a ideia em prática? Com que rapidez isso pode ser feito? Sua empresa tem capacidade e conhecimento para implementá-la? Qual a complexidade da sua execução? Usando esses critérios, classifique as ideias em alta viabilidade, viabilidade média ou baixa viabilidade. Juntando as duas avaliações, você poderá classificar as ideias em quatro tipos.

 

Vencedoras
São as que têm alto impacto e alta viabilidade. Coloque esses projetos na rua imediatamente.  

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