09/11/2011

Vá além da gerência e seja um líder.

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“Conheça quatro requisitos necessários para ajudar na motivação da sua equipe e alcançar a excelência dos projetos.”

 

Para ajudar a sua equipe a alcançar os resultados esperados com alta qualidade e boa motivação, você não pode ser apenas um bom gerente de projetos, precisa ser um verdadeiro líder.

 

Gerenciar projetos não é o mesmo que liderar pessoas. Para quem ainda não considerou a diferença, expliquemos: o foco do gerenciamento de projetos são os RESULTADOS do projeto, enquanto o foco da liderança são as PESSOAS. A história está cheia de grandes líderes que obtiveram sucesso não apenas por seus projetos, mas pelo tratamento diferenciado de seus subordinados.

 

Napoleão não hesitava em distribuir honras a seus soldados sempre que eram bem sucedidos em uma batalha. Quando fugiu de Elba para tentar invadir a França, agora novamente governada pela monarquia, ficou frente a frente com o batalhão mandado para matá-lo em Lyon. Com as baionetas apontadas para ele, o líder caído disse: “Se algum de vocês pretende mesmo atirar no seu Imperador, que atire agora mesmo!” – então, todos os homens abaixaram as baionetas e passaram a saudá-lo com grande alegria.

 

O bom líder motiva sua equipe para haver a sintonia entre os ideais. Mostra-se um bom comandante e um líder generoso nas batalhas. Napoleão levava seus homens a acreditarem que ele também seria um bom líder para toda a Europa e, por isso, eles eram fiéis à sua causa de conquista.

 

Um líder não nasce da noite para o dia, mas aí vão alguns requisitos que o gerente de projetos deve preencher para ser um líder capaz de motivar a equipe e conquistar sua lealdade:  

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08/11/2011

Por que as marcas têm que ser transparentes?

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“As marcas devem ser verdadeiras e transparentes; quando não conseguem o público responde com queda nas vendas e críticas nas redes sociais.”

 

A resposta parece simples, mas a prática não é. O simples seria responder que as marcas obrigatoriamente deveriam ser transparentes desde a sua fundação. Independente de quantos anos tem, a marca precisa ser verdadeira; afinal, o consumidor sempre foi.

 

É muito raro uma pessoa comprar um produto, seja qual for, sem ter um mínimo de relacionamento com esse produto ou a marca. Veja o exemplo da lapiseira Pentel: marca desconhecida, mas caiu no gosto popular. Eu mesmo tenho duas, mas já devo ter tido umas 30. Meus pais têm, minha irmã, primos, colegas e amigos das agências. Todo mundo tem. Sempre dou esse exemplo em aula e pelo menos 10% da classe levanta a mão com a lapiseira.

 

Não citei o exemplo da Pentel como uma marca verdadeira, pois nem campanha ela faz, mas quis mostrar que até um item commoditie como uma lapiseira pode gerar essa relação de “amor” com o produto. E podem crer, essa relação é verdadeira.

 

Se a relação que o consumidor tem com a marca é verdadeira, por que o inverso não é? Deveria. Em tempos de redes sociais, não ser verdadeiro e transparente é pedir para ser “metralhado” pelas pessoas.  

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07/11/2011

Você é uma agência ou produtora?

publicado em: Mercado

Começo esse artigo jogando uma frase para quem trabalha no mercado de comunicação e marketing digital pensar: a empresa que você trabalha é realmente uma agência ou uma produtora de web?

 

Voltando um pouco na história, quando a web começou a crescer no Brasil de forma comercial, por volta dos 1995, surgiram muitas empresas que começaram a trabalhar nesse segmento era um grande nicho de mercado: empresas queriam ter um site – na época não se sabia muito bem o porquê – e precisavam de uma empresa que fizesse esse trabalho.

 

Surgiram as produtoras.

Basicamente elas recebiam o brief do cliente, faziam um layout, programavam e entregavam o site para o cliente. Processo “fordista” de linha de produção. Recebia, produzia, entregava e os profissionais já estavam prontos para outro projeto.

 

A manutenção do site era uma forma das produtoras não mais terem “Jobs” e sim clientes pagando mensalmente e assim conquistando novos clientes era a forma de crescer no mercado.

 

Com o crescimento da compra de mídia online, começou-se a diferenciar agência e produtora aquelas empresas que compravam mídia online para seus clientes. Se compravam um banner no site da rádio do interior do Amapá era agência, se apenas produziam um site eram produtoras. Para muitos, essa divisão ainda se faz presente, mas na minha opinião ela nunca foi verdadeira.  

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03/11/2011 >(2) Comentários

Como encontrar conteúdo interessante para compartilhar nas redes sociais.

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Saiba o que é curadoria de conteúdo e como isso pode ajudar a aumentar sua relevância. O Google está cheio de soluções mirabolantes para quem quer ganhar mais seguidores no Twitter. E na verdade, ganhar mais seguidores não é assim, tão difícil. Há quem use promoções, quem troque follow por follow (o famoso “eu te sigo se você me seguir”) e até mesmo quem apele para o uso de scripts.

 

O grande trunfo do Twitter não está em ter muitos seguidores, mas em mantê-los e conseguir que eles repliquem o conteúdo que você publica. São seus seguidores que vão te trazer mais seguidores, porque os retweets deles aumentam sua relevância. E só tem um método eficiente de manter seus seguidores: postar regularmente conteúdo de qualidade.

 

Essa estratégia tem o nome pomposo de curadoria de conteúdo, mas não tem complicação. Primeiro, você precisa definir qual é (ou quais são) os temas e o público alvo da sua timeline. Depois disso, basta pensar em maneiras interessantes de encontrar conteúdo que se encaixe nessa linha. E é aí que a gente entra: destacamos abaixo algumas ideias de como encontrar e organizar material valioso para compartilhar com seus seguidores nas redes sociais. Serve para o Facebook, também.  

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