20/04/2012

Afinal, o que é uma inovação aberta?

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Imagem de Amostra do You Tube

Neste vídeo, José Cláudio SerraCEO do TerraForum, esclarece pontos importantes sobre o tema à  empresas que desejam adotá-la como modelo de negócio.

 

Com o cenário empresarial de hoje, que exige uma inovação constante devido à uma competição acelerada e as necessidades urgentes dos clientes, o especialista afirma a busca por boas ideias. Mas para que isso seja efetivo, é preciso uma boa estrutura por trás, com visão estratégica e globalizada associada ao mercado.

 

Também explica o conceito das redes sociais nessa estratégia: são ferramentas que têm a ver com o modelo de inovação aberta devido à grande escala de interação, mas que não são a mesma coisa.

 

Assista ao vídeo e saiba mais.
Link Relacionado
www.terraforum.com.br

 

Fonte: 3M Inovação.

 

 

 

 

 

 

 

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18/04/2012

Qual o papel de um gerente de marketing digital?

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Soa até meio estranho uma pessoa que construiu – e continua construindo a carreira – em agência falar sobre o papel de um gerente de marketing digital dentro de uma empresa, entretanto, o profissional de planejamento é dentro da agência quem deve ser o mais próximo do gerente de marketing, pois ambos precisam se preocupar com as estratégias para atingir objetivos. Seja de marketing ou comunicação, todas as ações tem que ter o foco em vendas.

 

Recentemente cheguei a ver um texto do meu amigo, Bruno Pinheiro, que é gerente de marketing digital, sobre o tema. Confesso não ter tido tempo de ler e quando me foi passado o brief para escrever sobre o tema, evitei ler o texto do Bruno para expor a minha opinião sem ler o que um profissional da área disse. Depois, com o maior prazer, vou ler esse texto.

 

O profissional de marketing digital tem que acima de tudo pensar na estratégia do negócio em que atua, na construção da marca da sua empresa, na maneira como se posicionar. Pensa em como ampliar vendas, em como entrar em novos canais, em como usar a web para melhorar a rentabilidade do negócio. Palavra “rentabilidade” está no jargão desse profissional, pois ele é cobrado por isso, nem diariamente, mas como na Tele Sena, de “hora em hora”.

 

Esse profissional, assim como o gerente de marketing “offline”, tem a responsabilidade de vender cada vez mais o produto que a sua empresa produz, seja um carro, uma caneta ou um apartamento de 2 milhões de reais, porém, a diferença é que a web é a sua plataforma de comunicação. Por mais que a comunicação 360 graus é a que mais dá resultado, o marketing digital tem o foco maior no online, mas é importante enfatizar jamais esquecer o offline.  

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16/04/2012 >(1) Comentário

A gamificação como estratégia para o comércio eletrônico.

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Entre tantas outras estratégias de marketing inovadoras, que vêm sendo utilizadas no mercado para fortalecer e ampliar a conversão em lojas virtuais, se destaca neste momento a gamificação. Mas você sabe o que é isso?

 

A Gamificação é a aplicação de mecânicas e dinâmicas de jogos, para influenciar comportamento, hábitos de consumo e motivar grupos de pessoas em ambientes que não são de jogos. Esta estratégia tem sido destacada por especialistas do setor, como uma das mais importantes tendências em tecnologia. A Gamificação pode potencialmente ser aplicada a qualquer tipo de negócio para criar experiências divertidas e atraentes, convertendo usuários em jogadores. Grandes marcas do mundo, (como a FIAT e a Nike por exemplo), já fazem uso da Gamificação em suas estratégias de marketing para aumentar o engajamento de seus usuários, motivar ações e principalmente aumentar vendas.

 

Um exemplo bem conhecido desta aplicação é o famoso Foursquare. O aplicativo de geolocalização dá pontos e badges a cada interação.  Atividades que você realizaria de qualquer forma no seu dia a dia, valem pontos, ranking e geram entretenimento na rede. É muito comum falar em badges quando se fala em gamificação. Popularizados através do Foursquare, estes selinhos servem de distintivos ou símbolos de status. Uma maneira fácil de representar e comunicar às outras pessoas o que você fez, conquistou ou mereceu, pelas suas atividades.

 

O diferencial da gamificação é o seu grande potencial de criação de conteúdo em conjunto com os clientes, de incentivar o cadastro e o acompanhamento das novidades da sua loja virtual, e principalmente de gerar o compartilhamento de links, aumentando a visibilidade, o número de conversões de sua página e fortificando comportamentos de compra.

 

Há diversas possibilidades para a sua empresa ou loja atingir seus consumidores de maneira mais direta, mais lúdica.

 

Então pense nisso:

 

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12/04/2012

Cinco modos infalíveis para arruinar um Brainstorming.

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O Brainstorming (tempestade de ideias) é a mais conhecida e utilizada das ferramentas de criatividade. Bem utilizado, pode ser uma poderosa ferramenta para geração de ideias para solução de problemas, melhoria e inovação de produtos, serviços e processos. Mal utilizado, pode ser frustrante e desmotivador. O mau uso tem levado algumas organizações a considerar o Braisntorming ultrapassado e ineficaz. No entanto, as razões para estas frustrações têm sido a condução equivocada das reuniões de Brainstorming e pela inobservância de suas regras. Vejamos algumas das mais frequentes falhas na realização de sessões de Brainstorming.

 

1. Falta de clareza nos objetivos

A clara definição do propósito da sessão de Brainstorming é um dos pontos mais importantes e, frequentemente, um dos mais negligenciados. Uma sessão de Brainstorming com propósitos vagos e mal definidos levará as pessoas a divagarem e perderem o rumo.

 

Uma boa prática é colocar o propósito da sessão sob a forma de pergunta concreta, vigorosa e desafiadora. “Como podemos melhorar as vendas?” é uma formulação vaga e fraca. “Como podemos aumentar nossas vendas em 60% nos próximos 12 meses?” é muito melhor, mais objetiva e desafiadora.

 

2. Grupo muito homogêneo

Selecione o grupo com cuidado. Se todos os participantes vierem do mesmo departamento, eles trarão para a sessão de Brainstorming os mesmos preconceitos e as mesmas inibições. Coloque no grupo pessoas de outros departamentos, ou mesmo de outras organizações, que possam acrescentar novas perspectivas e ideias inusitadas.

 

O tamanho ideal da equipe varia entre 6 e 12 pessoas; em certas situações especiais, este número pode ser maior. No entanto, equipes muito grandes são difíceis de serem administradas. Algumas pessoas podem ficar fora das discussões e se tornarem apáticas e negativas.

 

3. Falta de cuidado na escolha do facilitador

A pior maneira de conduzir uma sessão de Brainstorming é ter o gerente liderando a reunião e agindo como anotador e censor ao mesmo tempo. Os trabalhos devem ser conduzidos por um facilitador experiente, independente e que assegure que as regras do Brainstorming sejam seguidas, especialmente a livre expressão de ideias, sem críticas e sem restrições.

 

4. Permissão de criticas prematuras

A regra mais importante do Brainstorming é a separação da fase de geração de ideias da fase de avaliação. A violação desta regra, isto é, a permissão de críticas a medida que as ideias surgem, resultará em constrangimentos e inibição da criatividade. Na fase de geração, todas as ideias devem ser anotadas, por mais que pareçam absurdas e revolucionárias. Ideias impraticáveis podem revelar conceitos valiosos para geração de soluções práticas e viáveis.

 

5. Omissão da etapa de desenvolvimento e seleção de ideias

Terminada a etapa inicial de geração de ideias, é o momento de revisá-las, desenvolvê-las e agrupá-las para facilitar a análise e seleção. Isto permite à equipe de Brainstorming identificar oportunidades de acrescentar novas ideias e de explorar novos caminhos de pensamento.

 

Uma falha muito comum é considerar esta fase final como limitada à classificação e seleção de ideias. O processo criativo não se limita à etapa de geração de ideias. Com grande frequência, as ideias geradas não estão prontas e acabadas e necessitam de serem trabalhadas para se tornarem práticas e viáveis.

 

Fonte: Criatividade Aplicada / Por Jairo Siqueira.

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