consumidor

30/01/2012

Devemos ir atrás do neoconsumidor?

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Como profissional de planejamento estratégico digital, afirmo, que sim, devemos e rápido ir atrás do neoconsumidor, afinal, nós planners estamos sempre querendo entender o que e como as pessoas pensam e agem e assim traçar um perfil de compra, consumo e tendências para as nossas marcas.

 

Entender quem é esse novo consumidor é extremamente importante para que nós, planners, para que cada vez mais deixemos de lado a análise básica como: Sexo, Idade, Classe Social, Escolaridade. Se você ainda acha que esse é o perfil do consumidor, você está tão parado como aquele professor de mídia de faculdade que apresenta como comprar um comercial de 30 segundos na TV Tupi.

 

Em todas as minhas aulas e palestras estou batendo na mesma tecla: Hoje o consumidor tem muito mais acesso a informação, logo, ele está sabendo mais, está pesquisando mais e até chegando no ponto de venda sabendo mais que o vendedor. Por isso, está – por um lado – mais difícil convencer esse consumidor a comprar o produto, por outro lado, está mais fácil, pois ele quer informação e quanto mais confortável ele estiver para uma compra, melhor. Mais fácil dele fazê-la.

 

O neoconsumidor está mais conectado do que nunca. A conexão não é apenas para acessar Redes Sociais ou seu e-mail pelo celular, esse novo consumidor está pesquisando, relacionando, comprando, conversando, divulgando, indicando produtos e marcas pelo aparelho, além, claro de usar as redes com os mesmos princípios nos Tablets, PCs, Notebooks, Netbooks. O futuro é um só: convergência de canais, algo que está se discutindo no mercado há tempos e algumas marcas já estão fazendo. E fazendo bem!  

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17/01/2012

Planners são pessoas do mundo!

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Nas minhas aulas sobre planejamento estratégico digital eu apresento um slide com foto de vários perfis de pessoas. Japonês, negro, loiro, homem, mulher, jovem, idoso com o intuito de fixar na mente dos meus alunos que nós, planners, somos pessoas do mundo. E sem o menor medo de “piadinhas de duplo sentido” no mesmo slide mostro que somos abertos a novas experiências. E somos mesmo! Ou pelo menos deveríamos ser.

 

O perfil do publicitário, de hoje, já não é dos mais “certos”, concordam? Há o estereotipo de ser aquele cara todo tatuado, com calça jeans, camisa “psicodélica”, blazer moderno, sapatenis, com o cabelo jogado ou muito grande, mascando chiclete e iPod no ouvido. Sim, tem alguns assim, mas há também aqueles que trabalham de terno e grava com cabelo e barba bem feita, os que usam calça jeans e camiseta básica e nem tatuagem tem e nem por isso são mais ou menos publicitários. Nossa capacidade se mostra na prática e não na roupa.

 

Da mesma forma que o que faz o profissional não é a roupa e sim o talento também não necessariamente é preciso ser formado em publicidade e propaganda (que para mim é a mesma coisa, mas…) ou em marketing ou em comunicação. É preciso ter talento, mesmo que seja um jornalista, advogado, engenheiro, médico, relações púbicas, radialista… e nos departamentos de planejamento então, vemos perfis totalmente diferentes.

 

Sempre cito que tive o prazer de ter aula com um dos maiores planners do país, um jornalista, com vivência incrível na Europa. Ulisses Zamboni. Grande mestre. Cito uma época em que uma grande agência de propaganda do Brasil possuía em seu quadro de planners jornalistas, advogados, psicólogos, antropólogos, filósofos e talvez um ou outro publicitário. Ao meu ver isso é excelente pois entendemos de pessoas!  

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11/01/2012 >(1) Comentário

A moda é curtir ganhando dinheiro no Facebook

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Em 2012 os usuários das redes sociais devem sair da posição receptiva para se tornarem verdadeiros empresários virtuais. Graças a alguns aplicativos disponíveis no mercado e o grande acesso a sites como o Facebook, ganhar dinheiro nessas plataformas já é possível e só tende a aumentar.

 

A pratica remunerada já ocorre no Twitter por meio de  tweets patrocinados em perfis que têm maior poder de alcance. Já no Facebook, a onda é diferente. As iniciativas comerciais são mais promissoras e mais fáceis; como montar uma loja virtual dentro da própria rede em instantes, caso da LikeStore no Brasil.

 

Fora do país, há também iniciativas interessantes. A americana Converse All Star, por exemplo, testa um aplicativo que transforma o usuário do Facebook em um designer da empresa. Com a ajuda de um software, é possível desenhar pares personalizados do famoso tênis para depois vendê-los aos amigos.

 

Cultivar comercialmente membros das redes sociais é uma ferramenta que pode se revelar lucrativa tanto para as empresas quanto para as pessoas. Esse formato aumenta o poder do social commerce. Por isso, não perca tempo: em 2012, faça bons negócios!

 

Fonte: 3M Inovação.

 

Papo Criativo    
“Conhecimento Democrático”
@PapoCriativo

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09/01/2012

Esqueça Cannes. Pense em vendas!

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O propósito da nossa profissão, de publicitário é ajudar os clientes/anunciante (e prestem atenção na palavra anunciante) a vender seus produtos. Não existe empresa que produz um produto sem que deseje colocá-lo no mercado para vender. Para vender, é preciso fazer com que as pessoas conheçam o produto, para conhecer é preciso anunciar. Por mais que muitas empresas não vejam por esse lado, há anos isso funciona no mundo inteiro e vai continuar. Seja pelo rádio, TV, jornal, internet ou qualquer que seja a mídia. É preciso anunciar.

 

Mas o que tem acontecido e muito no mercado? Agências pensando em “vamos fazer esse filme para Cannes”. Essa ação vai causar um “burburinho nos sites do mercado”. Meu Deus, que pensamento é esse? Mas acontece. Esse é um artigo provocativo mesmo, vamos refletir.

 

Ok, publicitário compra carro, tênis, apartamento, escova de dente, celular, computador, enfim, todos os produtos. Somos milhares em todo o Brasil, claro, mas não é só publicitário que compra produtos. Médicos, pedagogas, advogados, administradores, engenheiros, estudantes, psicólogos, empresários, fazendeiros… existem mais de 190 milhões de pessoas no Brasil que podem ser potenciais consumidores de dezenas de produtos. E eles não vão a Cannes, não estão nos sites do mercado e não estão nem um pouco interessados se vai ou não ter um leão na sala do diretor de criação. Eles vão ou não comprar o produto que a sua agência anunciou e pronto!  

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