digital

19/01/2012

O tiro do concorrente saiu pela “culatra”.

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Como todos os memes da internet, Luíza ganhou fama por puro acaso. O comercial em que seu pai, Gerardo, diz que ela está (agora estava) no Canadá só teria virado notícia por culpa da empresa concorrente àquela que pagou à família Rabello para se divulgar.

 

Segundo a Folha de S.Paulo, quando viu a peça publicitária da construtora Água Azul, uma outra empresa achou pedante e fez a piada, que se multiplicou e ajudou a rival a vender pelo menos oito apartamentos de R$ 700 mil cada. Só que o caso ultrapassou os limites da internet e repercutiu na “vida real”, gerando aproveitamento de diversas marcas, como Magazine Luiza, evidendemente, CVC, Gol, Ponto Frio e Yágizi.

 

Além do mais, o bordão “menos a Luíza, que está no Canadá” chegou à televisão aberta, principalmente na Globo, onde além de ver apresentadores como Ivan Moré, do “Globoesporte”, repetirem a frase, foi feita uma entrevista ao vivo com a garota, por telefone, durante o “Jornal Hoje”.

 

O JH, inclusive, foi o primeiro a falar com Luíza quando ela voltou ao Brasil, nesta quinta-feira, 19. O programa já havia feito a alegria da internet em outras duas ocasiões: quando Sandra Annenberg soltou um “que deselegante” quando comentava o ataque sofrido por Monalisa Perrone, ao vivo, em 2011; e quando Evaristo Costa fez a piada do mamão com a colega de bancada.

 

Em outros canais, o “menos Luíza” também pegou. A piada apareceu no “Muito+” (da Band), no “A Tarde é Sua” (RedeTV!) e no “Programa do Ratinho” (SBT).  No Twitter, tanto o apresentador William Bonner, do “Jornal Nacional”, quanto o ex-jogador Ronaldo falaram do assunto. E José Simão usou sua coluna na rádio BandNews FM para dizer que precisava trabalhar para pagar o cartão da Luíza. O cantor Lenine, antes de começar uma apresentação em João Pessoa, na Paraíba, disse que “está todo mundo aqui… só não está a Luíza, que está no Canadá”.

 

Será que o concorrente se arrependeu?

 

Fonte: Adnews.

 

Papo Criativo

“Conhecimento Democrático”

@PapoCriativo

 

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31/10/2011

Transformando dados em informação.

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Tanto em minhas palestras, como na aula de Pós Graduação em Marketing Digital, eu uso um slide para mostrar aos alunos que para nós, de planejamento, um dos conceitos mais importantes dentro do processo de planejamento é transformar dados em informação. Mas como isso?

 

O meu primeiro slide (slideshare.net/felipemorais2309) é um panorama geral do mercado digital no Brasil, onde mostro por exemplo que temos 78 milhões de internautas no Brasil (segundo o Ibope de Dezembro de 2010) ou que temos 202 milhões de celulares ativos (dados da Anatel de Dezembro de 2010).

 

Para não me estender muito, fiquemos nesses exemplos, entretanto o que passei aqui foram dados. 78 milhões de usuários são dados. Transformar isso em uma informação relevante, não tem software. Recolhimento de dados tem software, a transformação não. Isso é algo nosso, do planejamento, essa é a parte de inteligência em planejamento que devemos aplicar.  

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10/10/2011

Planners: vão para a rua!

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Calma, não é para começar a demissão em massa!

O objetivo desse artigo é mostrar aos planners que devemos sair da frente do computador! Principalmente na hora de fazer uma das atividades mais importantes do nosso processo de planejamento: Entender a cabeça do consumidor.

 

Nós que trabalhamos com planejamento estratégico digital temos o péssimo hábito de acreditar que apenas as ferramentas podem nos mostrar o comportamento do consumidor e que só isso já basta. Não! Vamos além disso.

 

Não tenho a menor dúvida o quanto ComScore, TGI, Marplan, Ibope, Google, IAB – apenas para citar algumas – podem nos ajudar no entendimento do consumidor. São ferramentas importantes em nosso trabalho, mas só elas não é o suficiente, é preciso entender mais do que se passa na cabeça do nosso público.  

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04/10/2011

Fordismo aplicado em agências digitais.

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A linha de produção em série também é um modelo aplicado hoje em agências digitais. Será ele ainda efetivo atualmente?

 

A Internet surgiu num período de guerra, para que os militares pudessem trocar informações de maneira rápida e segura, até então era chamada de Arpanet. Pouco depois foi disseminada no meio acadêmico e rapidamente ganhou o mundo.

 

Dificilmente nos deparamos hoje com alguém que não esteja online na grande rede. Seja no bom e velho PC, em notebooks, smartfones ou nos recentes tablets. Até geladeiras acessam a internet nos dias de hoje. Acredito que a internet esteja iniciando um modelo de produção pós-capitalista, onde um número cada vez mais crescente de pessoas, em qualquer lugar do planeta, ou mesmo fora dele, pode contribuir com sua mão de obra em algum projeto.  

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