“Trabalhar as informações e as interações de forma clara, bem estruturada e com compreensão mútua é vital para qualquer projeto profissional.”
Todas as nossas relações, pessoais ou profissionais, são baseadas nas informações transmitidas e recebidas, sejam essas escritas ou audiovisuais, sensitivas ou conscientes, individuais ou coletivas. E esse processo é amplamente conhecido como comunicação.
A nossa história começou a ser contada em um primeiro momento pela difusão oral feita entre as pessoas de um mesmo grupo. Entretanto, esses relatos se perdiam ou mesmo eram “reinventados” com bastante facilidade. Uma das maiores fragilidades da oralidade é a dependência exclusiva da memória dos interlocutores, fato extremamente perigoso.
E essa condição perdurou até o início dos registros escritos.
Do papel para as telas de LED
Efetivamente, a perda e as adaptações das informações ainda perduram, contudo, de certa forma, os registros se tornaram mais seguros e permanentes – não no sentido de verdade absoluta, mas sim temporal. Passamos a armazenar, catalogar e disseminar o nosso conhecimento de maneira mais simples e confiável.
Até pouco tempo, todo o conhecimento humano estava contido exclusivamente nos livros, papiros e locais históricos – como as inscrições de hieróglifos -, ou seja, para usá-lo, era preciso ter acesso físico aos materiais e locais de pesquisa.
Contudo, com a evolução da tecnologia e da informática, nosso leque de possibilidades de comunicação aumentou bastante, sendo possível atualmente – para os futuros leitores isso será tão arcaico quanto a escrita cuneiforme – fazer passeios virtuais e interativos por museus e cidades históricas, por exemplo.












enviando...


30/11/2011