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03/04/2012

O que é um lead?

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Lead é todo o usuário que atinge o objetivo estipulado para um site. Simples assim. Sendo mais simples, seria um e-consumidor, que entrou em um grande varejista online e comprou um determinado produto, que foi anunciado no Google, Rede Social ou via e-mail marketing. Na teoria parece simples, mas na prática nem tanto.

 

Antes de qualquer projeto digital ir ao ar, e pode ser desde um site a uma ação em Rede Social ou mesmo um disparo de e-mail, ela precisa ter um objetivo claro e certeiro. Esse objetivo não pode ser confuso e nem cheio de “firulas” pois quanto mais complicado ele for, mais difícil será atingir. Esse objetivo é definido junto com o processo de planejamento, que será o caminho para que o projeto receba o maior número de leads possível e assim atinja os objetivos de marketing.

 

Deixe exemplificar. Todo o cliente tem um problema. Na minha modesta opinião, 99,9% desses problemas tem a ver com vendas. Todo mundo quer vender mais. Pequenas, médias, grandes, gigantes, multinacionais todos os anos tem metas de crescimento. A agência dessas empresas é chamada para resolver esse problema, ou em alguns casos, para contar ao cliente que ele tem um problema, mas essa é uma discussão para outro artigo.  

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23/01/2012

Mídias sociais: não basta estar, é preciso planejar

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“Em um mundo com imensa disponibilidade de informações, criar estratégias de comunicação é um excelente diferencial para entrar em sintonia com o público-alvo.

 

As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.

 

A facilidade de conexão ao meio digital traz embutida a falsa impressão de que basta criar uma conta, numa rede ou mídia social qualquer e o sucesso acontece por geração espontânea. A verdade é: na maioria das vezes, a adesão por impulso, modismo ou curiosidade traz uma variedade de problemas capazes de causar danos irreversíveis a imagem ou mesmo quebrar qualquer empreendimento.

 

Outro agravante é que muitos descobriram minas de ouro nas mídias sociais lucrativas e faturam horrores vendendo picaretas quebradas para muitos incautos. Impressiona como algo tão novo possa ter no mercado tantos “analistas de mídias sociais” com fórmulas prontas de sucesso na ponta da língua. Não podemos deixar de incluir nesse rol da picaretagem os incontáveis “gurus” que garantem ter em mãos a versão digital da Pedra de Rosetta com a tradução para o sucesso de qualquer empreendimento no plano virtual.

 

Assim conceitos acadêmicos sérios e de eficácia amplamente comprovada como plano, pesquisa, análise e planejamento acabam cedendo lugar aos modismos e esquisitices. Com tantos vendedores de ilusão, são poucas as empresas que conseguem passar das expectativas para os resultados concretos nas mídias sociais. Os especialistas afirmam em coro que não existe fórmula mágica para ser bem sucedido no meio virtual. Segundo eles, a linha a separar o sucesso do fracasso é muito tênue e ela atende pelo nome de planejamento.  

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10/01/2012

Twitter publicitário.

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O Twitter evoluiu de um pequeno diário para uma plataforma de comunicação que chega a ser mais eficaz do que a mídia tradicional quanto ao imediatismo das notícias que faz circular. Isso simultaneamente o fez ser um dos maiores sucessos comerciais de 2011.

 

Só que a rede de microblogs criou um formato diferenciado de propaganda digital, que não segue as métricas de cliques e impressões, mas sim o nível de engajamento.

 

O Financial Times, em matéria repercutida pelo Valor Econômico, especula que os anunciantes gastaram algo entre US$ 100 milhões e US$ 150 milhões no Twitter durante 2011, na intenção de atingir os 100 milhões de usuários que o site tem. As cifras são baixíssimas se comparadas aos quase US$ 4 bilhões dispostos no Facebook para se chegar aos seus cerca de 800 milhões de usuários.

 

Quem quer ver sua marca exposta na rede está disposto a pagar de US$ 1 a US$ 4 por seguidor conquistado através das “contas promovidas”. Mas alguns, incluindo os fabricantes de automóveis, chegam a dar mais de US$ 10.

 

Já os “tweets patrocinados” são cobrados pela interação – quantidade de respostas ou retweets, por exemplo.  

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03/11/2011

Redes sociais: o que seria do Twitter sem a televisão?

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Por mais que os revolucionários queiram dizer que as redes sociais já são mocinhas e podem andar com as próprias pernas, a realidade é que elas ainda dependem muito do conteúdo e temas fornecidos pela televisão. Não que as redes sociais não produzam conteúdo próprio, mas é que o que passa na TV ainda reflete muito nas mídias sociais dos brasileiros.

 

Uma prova disso é o fenômeno dos tuiteiros “narradores de televisão“. Tenho certeza que você já deve ter visto um ou outro perfil que adora fazer isso. Mesmo que você não queira saber o que está passando na TV, sempre aparece alguém fazendo praticamente uma “cobertura ao vivo”. Isso também acontece com jogos de futebol, corridas de Fórmula 1 e novelas. A mobilidade permite, por exemplo, que alguma pós-adolescente fique grudada na novela das 8 (ou seria 9? Não sei) e teça comentários sobre o cabelo da atriz A ou B, e que o ator X ou Y é lindo e maravilhoso.

 

Mesmo com esse costume, ainda há quem diga que “a televisão morreu” e agora quem manda é a internet. Na verdade os veículos se complementam, sendo que cada um tem uma forma de transmitir informação e tratar o público. Quem simplesmente abomina a televisão enquanto mídia achando que ela irá se acabar do dia pra noite não entende nada comunicação. Cada vez mais os veículos se mesclam, e não é só o caso da TV com a web, mas nessa mistura entram também os jornais, rádio e outros meios de propaganda. A transmídia torna essa interação entre veículos possível.

 

Fonte: Pontomarketing / Colaboração Marcus Paulo (@eusoumarcus)

 

Papo Criativo

“Conhecimento Democrático”

@papocriativo

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