midias sociais

23/01/2012

Mídias sociais: não basta estar, é preciso planejar

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“Em um mundo com imensa disponibilidade de informações, criar estratégias de comunicação é um excelente diferencial para entrar em sintonia com o público-alvo.

 

As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.

 

A facilidade de conexão ao meio digital traz embutida a falsa impressão de que basta criar uma conta, numa rede ou mídia social qualquer e o sucesso acontece por geração espontânea. A verdade é: na maioria das vezes, a adesão por impulso, modismo ou curiosidade traz uma variedade de problemas capazes de causar danos irreversíveis a imagem ou mesmo quebrar qualquer empreendimento.

 

Outro agravante é que muitos descobriram minas de ouro nas mídias sociais lucrativas e faturam horrores vendendo picaretas quebradas para muitos incautos. Impressiona como algo tão novo possa ter no mercado tantos “analistas de mídias sociais” com fórmulas prontas de sucesso na ponta da língua. Não podemos deixar de incluir nesse rol da picaretagem os incontáveis “gurus” que garantem ter em mãos a versão digital da Pedra de Rosetta com a tradução para o sucesso de qualquer empreendimento no plano virtual.

 

Assim conceitos acadêmicos sérios e de eficácia amplamente comprovada como plano, pesquisa, análise e planejamento acabam cedendo lugar aos modismos e esquisitices. Com tantos vendedores de ilusão, são poucas as empresas que conseguem passar das expectativas para os resultados concretos nas mídias sociais. Os especialistas afirmam em coro que não existe fórmula mágica para ser bem sucedido no meio virtual. Segundo eles, a linha a separar o sucesso do fracasso é muito tênue e ela atende pelo nome de planejamento.  

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19/01/2012

O tiro do concorrente saiu pela “culatra”.

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Como todos os memes da internet, Luíza ganhou fama por puro acaso. O comercial em que seu pai, Gerardo, diz que ela está (agora estava) no Canadá só teria virado notícia por culpa da empresa concorrente àquela que pagou à família Rabello para se divulgar.

 

Segundo a Folha de S.Paulo, quando viu a peça publicitária da construtora Água Azul, uma outra empresa achou pedante e fez a piada, que se multiplicou e ajudou a rival a vender pelo menos oito apartamentos de R$ 700 mil cada. Só que o caso ultrapassou os limites da internet e repercutiu na “vida real”, gerando aproveitamento de diversas marcas, como Magazine Luiza, evidendemente, CVC, Gol, Ponto Frio e Yágizi.

 

Além do mais, o bordão “menos a Luíza, que está no Canadá” chegou à televisão aberta, principalmente na Globo, onde além de ver apresentadores como Ivan Moré, do “Globoesporte”, repetirem a frase, foi feita uma entrevista ao vivo com a garota, por telefone, durante o “Jornal Hoje”.

 

O JH, inclusive, foi o primeiro a falar com Luíza quando ela voltou ao Brasil, nesta quinta-feira, 19. O programa já havia feito a alegria da internet em outras duas ocasiões: quando Sandra Annenberg soltou um “que deselegante” quando comentava o ataque sofrido por Monalisa Perrone, ao vivo, em 2011; e quando Evaristo Costa fez a piada do mamão com a colega de bancada.

 

Em outros canais, o “menos Luíza” também pegou. A piada apareceu no “Muito+” (da Band), no “A Tarde é Sua” (RedeTV!) e no “Programa do Ratinho” (SBT).  No Twitter, tanto o apresentador William Bonner, do “Jornal Nacional”, quanto o ex-jogador Ronaldo falaram do assunto. E José Simão usou sua coluna na rádio BandNews FM para dizer que precisava trabalhar para pagar o cartão da Luíza. O cantor Lenine, antes de começar uma apresentação em João Pessoa, na Paraíba, disse que “está todo mundo aqui… só não está a Luíza, que está no Canadá”.

 

Será que o concorrente se arrependeu?

 

Fonte: Adnews.

 

Papo Criativo

“Conhecimento Democrático”

@PapoCriativo

 

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10/01/2012

Twitter publicitário.

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O Twitter evoluiu de um pequeno diário para uma plataforma de comunicação que chega a ser mais eficaz do que a mídia tradicional quanto ao imediatismo das notícias que faz circular. Isso simultaneamente o fez ser um dos maiores sucessos comerciais de 2011.

 

Só que a rede de microblogs criou um formato diferenciado de propaganda digital, que não segue as métricas de cliques e impressões, mas sim o nível de engajamento.

 

O Financial Times, em matéria repercutida pelo Valor Econômico, especula que os anunciantes gastaram algo entre US$ 100 milhões e US$ 150 milhões no Twitter durante 2011, na intenção de atingir os 100 milhões de usuários que o site tem. As cifras são baixíssimas se comparadas aos quase US$ 4 bilhões dispostos no Facebook para se chegar aos seus cerca de 800 milhões de usuários.

 

Quem quer ver sua marca exposta na rede está disposto a pagar de US$ 1 a US$ 4 por seguidor conquistado através das “contas promovidas”. Mas alguns, incluindo os fabricantes de automóveis, chegam a dar mais de US$ 10.

 

Já os “tweets patrocinados” são cobrados pela interação – quantidade de respostas ou retweets, por exemplo.  

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16/09/2011

Redes sociais: como construir sua audiência?

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Social media está em alta dentro do mercado digital. A maioria das empresas leva em consideração este novo espaço nas suas campanhas e várias outras começaram a investir, testando para ver o que acontece. Desta massa de empresas, poucas realmente tiram algum proveito financeiro de seus perfis ou ações sociais e muito disto é causado por pequenos erros.

 

O que mais se fala na internet é que para investir em redes sociais é preciso objetivo, saber o que a empresa quer com seus perfis online, também é importante definir o público que a empresa vai se relacionar e escrever uma pauta de conteúdo que atraia estes usuários. Tudo isto gera um resumo da sua estratégia e tem muita marca fazendo isto tudo, mas mesmo assim, não está conseguindo muita coisa com suas redes. O que acontece é que apenas colocar um perfil no ar, chamar algumas pessoas para seguir e esperar que outras venham pelo efeito do conteúdo é algo muito utópico.  

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