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03/02/2012

Quer melhorar as visitas da sua página?

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Para obter mais visitas à sua página e conquistar mais clientes, criamos 3 passos básicos que em 10 minutos irão ampliar os seus potenciais clientes e te farão vender mais

 

1 – O que você vende? Para quem?

Cadastre seu produto com uma descrição e foto bacanas. É importante ter um nome atrativo que mostre a solução que você traz para o problema dele e não as características técnicas de seu produto.  Sempre prefira o simples e intuitivo.
Para fazer essa descrição, é importante saber para quem você vende e entender os problemas dele.

 

2 – Imagem é a alma do negócio, então é importante que a sua página seja estética e funcional!

Não se esqueça de cadastrar imagens em todos os produtos, colocar uma foto sua no seu perfil e usar o seu logo com um tamanho bacana. Seu cliente vai ver que você é organizado e… ponto para você! Se tudo der certo, você terá mais um cliente fiel. Não poupe informações, deixe seu telefone de contato, site, MSN, facebook, qualquer canal de contato que tiver. Não adianta impressionar se o cliente não tiver como entrar em contato.

 

3 – Apareça nos primeiros lugares do Google – SEO

Através do Keyword Tool, você pode achar as palavras mais relevantes para o seu negócio, que ajudam a ficar melhor rankeado. Se você fosse seu cliente, o que buscaria no Google?
A partir dessa idéia, entre no Keyword Tool e procure as palavras que mais fazem sentido para o seu cliente. Veja as que têm menor concorrência e maior número de buscas possível.

 

Os campos de maior relevância:

  1. Nome da Empresa
  2. Descrição da Empresa
  3. Nome do produto
  4. Descrição do produto

 

Fonte: Empreendemia.

 

Papo Criativo

“Conhecimento Democrático”

@PapoCriativo

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23/01/2012

Mídias sociais: não basta estar, é preciso planejar

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“Em um mundo com imensa disponibilidade de informações, criar estratégias de comunicação é um excelente diferencial para entrar em sintonia com o público-alvo.

 

As redes sociais entraram definitivamente no cotidiano empresarial e nesse ambiente volátil e competitivo, são infinitas as oportunidades mercadológicas. Assim, a ansiedade e a pressão têm levado muitas empresas a se aventurarem nesse meio de maneira atabalhoada e o planejamento – conceito fundamental para o sucesso de qualquer empreitada – acaba em segundo plano.

 

A facilidade de conexão ao meio digital traz embutida a falsa impressão de que basta criar uma conta, numa rede ou mídia social qualquer e o sucesso acontece por geração espontânea. A verdade é: na maioria das vezes, a adesão por impulso, modismo ou curiosidade traz uma variedade de problemas capazes de causar danos irreversíveis a imagem ou mesmo quebrar qualquer empreendimento.

 

Outro agravante é que muitos descobriram minas de ouro nas mídias sociais lucrativas e faturam horrores vendendo picaretas quebradas para muitos incautos. Impressiona como algo tão novo possa ter no mercado tantos “analistas de mídias sociais” com fórmulas prontas de sucesso na ponta da língua. Não podemos deixar de incluir nesse rol da picaretagem os incontáveis “gurus” que garantem ter em mãos a versão digital da Pedra de Rosetta com a tradução para o sucesso de qualquer empreendimento no plano virtual.

 

Assim conceitos acadêmicos sérios e de eficácia amplamente comprovada como plano, pesquisa, análise e planejamento acabam cedendo lugar aos modismos e esquisitices. Com tantos vendedores de ilusão, são poucas as empresas que conseguem passar das expectativas para os resultados concretos nas mídias sociais. Os especialistas afirmam em coro que não existe fórmula mágica para ser bem sucedido no meio virtual. Segundo eles, a linha a separar o sucesso do fracasso é muito tênue e ela atende pelo nome de planejamento.  

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03/11/2011

Redes sociais: o que seria do Twitter sem a televisão?

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Por mais que os revolucionários queiram dizer que as redes sociais já são mocinhas e podem andar com as próprias pernas, a realidade é que elas ainda dependem muito do conteúdo e temas fornecidos pela televisão. Não que as redes sociais não produzam conteúdo próprio, mas é que o que passa na TV ainda reflete muito nas mídias sociais dos brasileiros.

 

Uma prova disso é o fenômeno dos tuiteiros “narradores de televisão“. Tenho certeza que você já deve ter visto um ou outro perfil que adora fazer isso. Mesmo que você não queira saber o que está passando na TV, sempre aparece alguém fazendo praticamente uma “cobertura ao vivo”. Isso também acontece com jogos de futebol, corridas de Fórmula 1 e novelas. A mobilidade permite, por exemplo, que alguma pós-adolescente fique grudada na novela das 8 (ou seria 9? Não sei) e teça comentários sobre o cabelo da atriz A ou B, e que o ator X ou Y é lindo e maravilhoso.

 

Mesmo com esse costume, ainda há quem diga que “a televisão morreu” e agora quem manda é a internet. Na verdade os veículos se complementam, sendo que cada um tem uma forma de transmitir informação e tratar o público. Quem simplesmente abomina a televisão enquanto mídia achando que ela irá se acabar do dia pra noite não entende nada comunicação. Cada vez mais os veículos se mesclam, e não é só o caso da TV com a web, mas nessa mistura entram também os jornais, rádio e outros meios de propaganda. A transmídia torna essa interação entre veículos possível.

 

Fonte: Pontomarketing / Colaboração Marcus Paulo (@eusoumarcus)

 

Papo Criativo

“Conhecimento Democrático”

@papocriativo

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21/10/2011 >(1) Comentário

A influência online.

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“Para expandir a comunicação digital procure falar para as pessoas certas e aumentar o relacionamento delas com a marca.”

 

Já se foi o tempo em que o número de seguidores no Twitter e fãs no Facebook era suficiente para definir uma boa reputação online. Em um ambiente onde relacionamento é cada vez mais relevante, pois os usuários selecionam o que vale a pena compartilhar com a sua rede de contatos, o desafio é oferecer informações úteis, geradoras de engajamento do público.

 

Em um cenário como esse, atrair o interesse de influenciadores é uma estratégia para ampliar a comunicação online. De acordo com a McKinsey&Company, o “boca a boca” é responsável por algo entre 20 e 50% das tomadas de decisão.

 

Ao se considerar que cada área de conhecimento tem formadores de opinião valorizados e respeitados pela comunidade, identificar essas pessoas é aproveitar o potencial das redes sociais e buscadores para alavancar o conteúdo online.

 

E por que influenciadores podem ser aliados em potencial?  

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