Gamificação: a abordagem lúdica que startups adotam para melhorar educação.

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De acordo com levantamento de 2018 do Comitê Gestor da Internet no Brasil, 49% dos brasileiros usavam o smartphone apenas para acessar a internet. Passamos, em média, nove horas e 14 minutos por dia conectados, segundo Hootsuite e We Are Social. O Brasil fica atrás apenas da Tailândia (nove horas e 38 minutos) e das Filipinas (nove horas de 24 minutos).

É indiscutível que a tecnologia se torna cada vez mais presente em nossas vidas, mas ela é muito usada de uma forma improdutiva, como mostram os números acima. E se usássemos a internet para a educação? Empreendedores têm tentado fazer isso, e o número de startups de EdTech vem crescendo com o passar dos anos.

De acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) existem atualmente 801 mapeadas, enquanto em 2015 eram 641. Essas startups criam aplicativos que facilitam muitos processos tanto para alunos quanto para pais e educadores. Uma das abordagens é introduzir a chamada gamificação aos processos de aprendizagem, com o objetivo de torná-los mais divertido.

A Lumenbox é uma das EdTechs que adotam ferramentas lúdicas para manter a atenção e melhorar o aprendizado dos estudantes, mas não é a única. A seguir, destacamos quatro startups que exploram junção entre educação e gamificação em seus aplicativos:

Qranio

Escribo

Lumenbox

Kidsa

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